
Valter Costa Nazario, proprietário do Vando Armazém tem esperanças de que ‘tudo isso não passa de um dia’. Para ele, ‘hoje (ontem) foi um desastre’. Em dias normais tinha sempre uma média de cinco a seis clientes a qualquer hora e ontem o armazém ficou vazio durante 15 minutos, algo inédito que perturbou os quatro empregados. Acha que o tipo de comércio que pratica (secos e molhados) será prejudicado por algum tempo até que sua fiel clientela se acostume a carregar as compras até o estacionamento mais próximo. Outro tradicional comerciante do Mercado e da área interditada ao tráfego, Gedeão Mansur, da Casa Mansur, aplaudiu a medida do Detran ‘por não mais suportar que a gente pobre e inocente morra aqui na minha frente ou seja atropelada por alguns malucos no volante que andam por aí.’ Sua freguesia caiu ontem, mas ele esperava por isso.